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Forticare é um novo suplemento nutricional específico para pacientes adultos em tratamento oncológico. Ele é específico, pois apresenta uma grande quantidade de energia e proteínas em uma pequena embalagem (tetra pak de 125ml), em três sabores desenvolvidos especialmente para pacientes com câncer: pêssego-gengibre, laranja-limão e capuccino. Além disso, é enriquecido com 4 tipos de fibras e contém todas as vitaminas e minerais. Um dos pontos de destaque é o tipo de gordura presente no Forticare, chamada de EPA (ácido eicosapentanóico).
O consumo de EPA pelos pacientes estimula as defesas do organismo além de melhorar o quadro inflamatório, reduzindo o mal estar e a perda de peso. A partir de 2,2g de EPA/dia são obtidos os benefícios propostos, sendo assim, a recomendação de Forticare é de 3 tetra packs ao dia. A suplementação nutricional via oral é o método mais simples, mais natural e menos invasivo para o aumento da ingestão de nutrientes em todos os pacientes. A suplementação deve ser acompanhada das orientações em relação à alimentação geral.


A nutrição adequada é especialmente importante para os pacientes que estão sendo submetidos ao tratamento de câncer, tanto para melhorar os resultados destes tratamentos como a sua qualidade de vida. Uma alimentação equilibrada faz parte do processo de recuperação de qualquer pessoa doente. Bem nutrido o corpo reage melhor às medicações, ganha energia para enfrentar as terapias e é capaz de driblar eventuais infecções que possam aparecer, além de minimizar a perda de peso e favorecer a recuperação do estado geral.
As necessidades nutricionais de uma pessoa que está em tratamento variam. O médico ou o nutricionista que a acompanha poderá avaliar se a sua alimentação e o seu peso encontram-se dentro da normalidade e assim estabelecer as formas de terapia nutricional que satisfaçam suas necessidades nutricionais.
Clique aqui para saber se o seu peso está dentro do recomendado.

Será que eu preciso ingerir um suplemento nutricional?
A suplementação nutricional via oral para pacientes em tratamento oncológico, já pode ser iniciada quando o paciente encontra-se em desnutrição, ou se a ingestão via oral está diminuída por mais de sete dias, e pode ser mantida durante todo o tratamento. Existem diversos suplementos nutricionais orais. Converse com seu médico ou nutricionista para saber qual o melhor suplemento nutricional para o seu caso.


Quando o paciente encontra-se em desnutrição ou necessita recuperar o peso, é necessária uma terapia nutricional mais agressiva para que se consiga suportar o tratamento. Se não for possível recuperar parte do peso, mantê-lo já é um bom sinal. Uma alimentação de consistência normal, fracionada em pequenos volumes várias vezes ao dia e a utilização de um suplemento nutricional oral vai ajudar a recuperar o peso. A suplementação nutricional oral é o método mais simples, mais natural e menos invasivo para o aumento da ingestão de nutrientes em todos os pacientes. No entanto, se estas medidas não forem suficientes a utilização de terapia enteral associada através de uma sonda nasoenteral ou gastrostomia pode ser uma outra estratégia.
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Sugestões para aumentar calorias e proteínas da alimentação

Será que eu preciso ingerir um suplemento nutricional?
A suplementação nutricional via oral para pacientes em tratamento oncológico, já pode ser iniciada quando o paciente encontra-se em desnutrição, ou se a ingestão via oral está diminuída por mais de sete dias, e pode ser mantida durante todo o tratamento. Existem diversos suplementos nutricionais orais. Converse com seu médico ou nutricionista para saber qual o melhor suplemento nutricional para o seu caso.


As drogas quimioterápicas podem provocar efeitos colaterais que muitas vezes irão influenciar diretamente na sua ingestão alimentar. A alimentação durante esta fase deve ser equilibrada na medida do possível e ajustada aos efeitos colaterais.
Não existem proibições quanto à alimentação durante o tratamento de quimioterapia. Se você não estiver apresentando nenhum efeito colateral (náuseas, vômitos, diarréia, constipação intestinal, perda de apetite, alteração de paladar, mucosite, leucopenia, plaquetopenia), a sua alimentação deve ser de consistência normal, ou de acordo com sua aceitação, fracionada (cinco a seis refeições/dia), variando ao máximo os componentes do cardápio, para evitar monotonia alimentar; o importante é não deixar de se alimentar. À medida que os dias vão passando os efeitos colaterais melhoram; os primeiros dias são os piores. A ingestão de líquidos (água, sucos, água de coco, sopas etc.) deverá ser de no mínimo 1,5 a 3 litros por dia, para que haja eliminação da parte tóxica do medicamento. Durante o tratamento a ingestão de bebidas alcoólicas não é aconselhada. Alimentar-se bem não significa comer muito, e sim, consumir alimentos que ofereçam os diversos nutrientes de que um organismo precisa para estar equilibrado. Caso você apresente algum efeito colateral em decorrência do tratamento, a sua alimentação deverá sofrer modificações de acordo com cada caso. Para saber mais, consulte no site a seção "Dicas Nutricionais".
Se os efeitos colaterais persistirem converse com o médico para ajustar a medicação necessária. Com certeza existem formas de driblar esse problema, o importante é não deixar de se alimentar e de se hidratar mesmo que seja pouco.
Clique aqui para saber um exemplo de uma dieta geral, dieta leve, dieta para diarréia e dieta para constipação intestinal (prisão de ventre).


As células da medula óssea são bastante sensíveis à agressão causada pelos agentes quimioterápicos. Como conseqüência, os glóbulos brancos (leucócitos) e vermelhos (hemácias), assim como as plaquetas podem ter suas produções comprometidas, determinando queda em suas contagens no sangue. Até o momento não existe nenhum alimento específico que aumente a quantidade de células do sangue. O que você deve fazer é se alimentar de forma variada em qualidade e quantidade, pois uma alimentação adequada ajuda o organismo a combater a doença e a melhorar a resposta imunológica.

Quando você apresentar anemia ferropriva (carência de ferro), alguns cuidados especiais devem ser tomados:

  • Procure ingerir no almoço e jantar alimentos ricos em ferro, tais como: carnes, frango, fígado e peixe, verduras de folha verde-escura (couve, agrião, brócolis, etc...), e leguminosas (lentilha, feijão, ervilha, grão de bico);
  • Não consuma leite, chá, café e refrigerante junto com o almoço e jantar. Estes alimentos dificultam a absorção do ferro pelo organismo. Manter um intervalo de pelo menos 1 hora, entre as refeições e o consumo destas bebidas;
  • Consuma alimentos fontes de vitamina C (laranja, acerola, caju, limão) com as refeições (a vitamina C ajuda a absorção do ferro no organismo);
  • Procure no mercado alimentos enriquecidos com ferro como: biscoitos e leites.
Quando você apresentar leucopenia, alguns cuidados especiais devem ser tomados:
  • Evite locais aglomerados e contato com pessoas portadoras de doenças infecto-contagiosas;
  • Realize a higiene corporal adequada com banhos diários;
  • Procure lavar-se após as evacuações;
  • Não coloque supositórios nem realize lavagens intestinais;
  • Evite a remoção de cutícula;
  • Em caso de febre (temperatura maior que 37,8 ºC), deve-se comunicar imediatamente a equipe médica;
  • Alimente-se adequadamente de acordo com as orientações anteriormente citadas, escolhendo alimentos de maior valor nutritivo, saudáveis e rigorosamente higienizados antes do consumo;
  • Alimentos crus devem ser consumidos somente quando higienizados corretamente;
  • Quando necessitar fazer as refeições fora de sua residência (bares, lanchonetes, restaurantes), procure não consumir alimentos crus e fique atento aos cuidados de higiene desses locais.
Como higienizar corretamente frutas, legumes e verduras?
Selecione legumes, verduras e frutas frescas;
Retire as partes estragadas ou amassadas;
Lave em água corrente individualmente;
Coloque em imersão em solução de hipoclorito de sódio como o Hidrosteril® que pode ser encontrado em supermercado ou drogaria

Quando você apresentar plaquetopenia, alguns cuidados especiais devem ser tomados:
  • Evite o uso de lâminas de barbear (se possível, use barbeador elétrico), alicates de cutícula e outros objetos cortantes;
  • Não use fio dental ou escova de dente com cerdas duras;
  • Evite alimentos duros e crocantes;
  • Comunique a equipe médica caso apresente sangramento intestinal, urinário, gengival ou nasal, aparecimento de hematomas e petéquias (pontinhos avermelhados na pele).
É importante ressaltar que a “super alimentação”, isto é, comer exageradamente, somente aumentará seu peso e NÃO irá melhorar seu exame de sangue para sua próxima quimioterapia.


Dependendo do esquema quimioterápico ao qual você está sendo submetido poderá ocorrer efeitos colaterais, que apesar de temporários dificultam muito a ingestão de alimentos. No entanto, cada organismo responde de forma diferente aos tratamentos, de modo que o tipo e a gravidade dessas reações adversas podem variar de pessoa para pessoa. Algumas dicas com relação à alimentação são importantes, caso esses efeitos estejam prejudicando a sua qualidade de vida, converse com seu médico para orientar uma medicação adequada. O importante é não deixar de se alimentar e de se hidratar mesmo que seja pouco.

 Veja Também:
"Guia Alimente-se Bem durante o tratamento oncológico" traz conselhos importantes a pacientes e familiares.

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NÁUSEA E VÔMITO
Se a náusea estiver muito forte, a ponto de prejudicar a sua alimentação, não é recomendável forçar a ingestão. O adequado é buscar orientação médica para verificar a necessidade do uso de medicamento específico.
- Procure se alimentar nos momentos em que sentir menos enjôo;
- Coma pequenas porções em intervalos freqüentes, prefira os alimentos de fácil digestão;
- Evite os alimentos fritos e gordurosos;
- Evite bebidas alcoólicas, cafeína, condimentos fortes (pimenta, molho inglês, catchup, mostarda) e fumo;
- A ingestão de líquidos é muito importante nessa fase, mas evite tomar uma bebida durante as refeições, prefira ingeri-la nos intervalos;
- Não deite logo após as refeições;
- Procure ficar afastado da cozinha durante o preparo das refeições (almoço e jantar);
- Se sentir enjôo após o tratamento, tome líquidos gelados e sorvetes;
- Inicie o dia com alimentos secos como bolachas salgadas, biscoito de polvilho, torradas, etc.
- Se possível não prepare a própria alimentação peça ajuda aos amigos e familiares.

ALTERAÇÃO DE PALADAR
- Enxágüe a boca antes das refeições;
- Alimentos picantes devem acentuar o sabor, como suco de laranja, picles, suco de limão e vinagre;
- Utilizem em sua alimentação temperos em maior quantidade e mais fortes, como: manjericão, orégano, alecrim, hortelã;
- Chupar balas azedas ou de hortelã pode trazer melhora.

MUCOSITE (FERIDAS NA BOCA)
- Evite sal em excesso, alimentos apimentados e condimentados, sucos e frutas ácidas, vinagre, alimentos muitos secos, bebidas ou alimentos muito quentes ou frios;
- Pães, bolachas e biscoitos devem ser amolecidos em leite ou chá;
- Não consumir doces concentrados (goiabada, marmelada, doce de leite, cocada, creme ou bolo recheado), pois aumentam a dor;
- Consumir alimentos macios, leves ou pastosos, de fácil mastigação como carne moída ou desfiada, macarrão, sopas, purês, pudim, gelatina, sucos, cremes, milkshake, sorvete, etc. Caso seja diabético utilize sobremesas preparadas com adoçantes.

DIARRÉIA
Para que se controle a diarréia, é necessário que você evite os alimentos que estimulam ainda mais o funcionamento do intestino. Portanto, siga as recomendações abaixo:
- Coma pequenas porções em intervalos freqüentes;
- Tome muito líquido: água, chá de ervas (camomila, hortelã, cidreira) sem açúcar, ou adoçado com pouco açúcar ou mel (para evitar gases), água de coco e sucos;
- Evite o consumo de alimentos laxativos como: verduras cruas ou cozidas, alimentos integrais, frutas como laranja, mamão, ameixa, abacate;
- Utilize como tempero: alho, cebola, sal e óleo com moderação;
- Diminua o consumo de açúcar refinado, açúcar mascavo, mel e melado;
- Coma frutas como (maçã, pêra, banana prata ou banana maçã, melão, melancia, goiaba, (sempre sem casca e sem semente), tome sucos naturais de maçã com gotinhas de limão, limonada, caju ou maracujá);
- Abuse da fibra solúvel (pectina), encontrada na maçã;
- Evite leites e derivados até que a diarréia esteja controlada;

CONSTIPAÇÃO INTESTINAL (PRISÃO DE VENTRE)
Em caso de prisão de ventre, você deverá consumir alimentos que estimulem o funcionamento do intestino. Para isso, siga as recomendações abaixo:
- Aumente a quantidade de líquidos ingeridos durante o dia (no mínimo 2 litros por dia);
- Líquidos quentes freqüentemente estimulam o trânsito intestinal;
- Aumente o consumo de verduras cruas e/ou cozidas;
- Consumir frutas como: laranja com bagaço, abacate, coco, mamão;
- Acrescente ao leite ou iogurte, ameixa ou cereais integrais como: farelo de aveia, farelo de trigo, gérmen de trigo, linhaça;
- Prefira consumir pães e bolachas integrais;
- Evite o consumo de maisena, creme de arroz, fubá e arrozina;
- Pratique exercícios leves, diariamente, se possível;
- Não tome nenhuma medicação laxativa antes de consultar o médico.


A alimentação durante o tratamento de radioterapia irá variar de acordo com os efeitos colaterais agudos provocados na região irradiada. É importante monitorizar estes efeitos e ajustar a alimentação neste período, além de controlar o peso. Durante a radioterapia o paciente deverá ter uma boa ingestão de alimentos que contenham energia e proteína (carnes, aves, peixes, ovos, leite e derivados), para que a pele da área que está sendo irradiada possa se recuperar o mais rápido possível e para que o sistema de defesa do seu organismo não seja afetado. Não é recomendado fumo e ingestão de bebidas alcoólicas durante este período. Algumas sugestões importantes são: procure comer pequenas porções várias vezes ao dia, coma em intervalos regulares; varie os alimentos; mantenha uma boa ingestão de líquidos durante o dia (água, sucos, leite, chá, mingau, sopas,...); use alimentos e preparações de fácil digestão (frutas, legumes cozidos, mingau, vitamina de frutas, gelatina, pudim, purês, carnes cozidas,...); evite o uso excessivo de condimentos e gordura. Se durante todo o período de radioterapia o paciente não apresentar nenhum dos sintomas citados abaixo, sua alimentação deve ser normal.
Para saber mais, consulte no site "Alimentação saudável" e Exemplo de uma dieta geral.


Pélvis e Abdômen
A radioterapia na região do abdômen e pélvica pode provocar efeitos colaterais temporários como: diarréia, flatulência, constipação intestinal e falta de apetite, que em muitos casos dificultam a ingestão de alimentos. É importante monitorizar estes efeitos e ajustar a alimentação neste período, além de controlar o peso. O importante é não deixar de se alimentar e de se hidratar mesmo que seja pouco.

Diarréia
Para que se controle a diarréia, é necessário que você evite os alimentos que estimulam ainda mais o funcionamento do intestino. Portanto, siga as recomendações abaixo:
- Coma pequenas porções em intervalos freqüentes;
- Tome muito líquido: água, chá de ervas (camomila, hortelã, cidreira) sem açúcar, ou adoçado com pouco açúcar ou mel (para evitar gases), água de coco e sucos;
- Evite o consumo de alimentos laxativos como: verduras cruas ou cozidas, alimentos integrais, frutas como laranja, mamão, ameixa, abacate;
- Utilize como tempero: alho, cebola, sal e óleo com moderação;
- Diminua o consumo de açúcar refinado, açúcar mascavo, mel e melado;
- Coma frutas como (maçã, pêra, banana prata ou banana maçã, melão, melancia, goiaba, (sempre sem casca e sem semente), tome sucos naturais de maçã com gotinhas de limão, limonada, caju ou maracujá);
- Abuse da fibra solúvel (pectina), encontrada na maçã;
- Evite leites e derivados até que a diarréia esteja controlada;

Constipação intestinal
Em caso de prisão de ventre, você deverá consumir alimentos que estimulem o funcionamento do intestino. Para isso, siga as recomendações abaixo:
- Aumente a quantidade de líquidos ingeridos durante o dia (no mínimo 2 litros por dia);
- Líquidos quentes freqüentemente estimulam o trânsito intestinal;
- Aumente o consumo de verduras cruas e/ou cozidas;
- Consuma frutas como: laranja com bagaço, abacate, coco, mamão;
- Acrescente ao leite ou iogurte, ameixa ou cereais integrais como: farelo de aveia, farelo de trigo, gérmen de trigo, linhaça;
- Prefira consumir pães e bolachas integrais;
- Evite o consumo de maisena, creme de arroz, fubá e arrozina;
- Pratique exercícios leves, diariamente, se possível;
- Não tome nenhuma medicação laxativa antes de consultar o médico.

Flatulência (Aumento de gases)
Para diminuir os gases quando sua produção estiver aumentada procure: comer devagar, mastigar bem os alimentos, não falar muito durante as refeições, não ficar em jejum durante longos períodos, dar preferência a alimentar-se a cada 3 horas, não fumar e não mascar chicletes. Além disso, evite os alimentos que possam aumentar a produção de gases, tais como: bebidas alcoólicas e gasosas, leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico), couve-flor, repolho, brócolis, batata-doce, pimentão, pepino, cebola crua, rabanete, miúdos, doces e frituras. É importante ressaltar que cada alimento deve ser testado individualmente, a fim de ver a tolerância de cada paciente, pois isto evita que se exclua da dieta alimentos importantes para o equilíbrio da mesma. Procure andar um pouco para que o funcionamento intestinal se normalize e os gases possam ser eliminados.
Caso os sintomas persistam, converse com o médico para ajustar a medicação necessária.


Cabeça e Pescoço
A radioterapia na região de cabeça e pescoço pode provocar alguns efeitos colaterais como: secura na boca (xerostomia), perda de paladar, alteração de paladar, diminuição da saliva, saliva grossa, feridas na boca (mucosite), dor para engolir e perda de apetite que podem ocorrer em algum momento do tratamento. A alimentação vai depender de com qual consistência o paciente consegue se alimentar. Se apresentar dificuldade ou dor para engolir, a sua alimentação deverá ser de consistência mais pastosa ou liquidificada, distribuída em 6 a 8 refeições ao dia e utilizar um suplemento nutricional oral, caso as necessidades nutricionais diárias não sejam atingidas.
No site, na parte de Dicas Nutricionais ou com o guia "Alimente-se bem durante o tratamento oncológico" você pode obter mais informações. Clique aqui para saber o exemplo de uma dieta Líquida ou Semi-Líquida


A perda de peso é um dos principais efeitos colaterais para os pacientes com câncer gástrico que passam por cirurgias de ressecção do estômago. No pré-operatório a alimentação pode se tornar inadequada pela dificuldade de digestão e obstrução do tumor, sensação de plenitude gástrica, vômitos, náuseas e desconforto abdominal persistente. Nesta fase, no qual o tratamento ainda não começou, é muito comum que a alimentação esteja comprometida, e vai depender de qual consistência o paciente consegue aceitar. Em geral uma dieta líquida ou pastosa possui uma melhor tolerância. Procure oferecer uma alimentação bem fracionada em pequenos volumes, e utilizar um suplemento nutricional oral caso as necessidades nutricionais diárias não sejam atingidas. Após a cirurgia, a alimentação de forma geral vai evoluindo gradativamente até a consistência normal; deve ser fracionada de 6 a 8 refeições ao dia em pequenos volumes; deve-se comer devagar e mastigar bem os alimentos; não ingerir líquidos com as principais refeições; evitar no ínicio os alimentos que causem desconforto (fermentecíveis, açúcar em excessoe leite em alguns casos). As orientações são sempre individualizadas, levando-se em consideração as intolerâncias alimentares e as adaptações de cada paciente. A introdução de um suplemento nutricional também deve ser considerada a partir do momento em que a introdução da alimentação via oral não atingir suas necessidades diárias e o paciente apresentar dificuldade em manter o peso. O acompanhamento nutricional regular é fundamental para evitar ou agravar a desnutrição destes pacientes.
Os sinais e sintomas relacionados ao estado nutricional mais comumente observados em pacientes gastrectomizados são: anorexia, diarréia, perda de peso, anemia, desnutrição energético-protéica e síndrome de dumping. Os pacientes submetidos a gastrectomias necessitam de um acompanhamento nutricional em nível ambulatorial até a estabilização do estado nutricional.
Se estiver perdendo peso, procure um nutricionista e avise o seu médico. Síndrome de dumping é uma complicação possível quando se faz uma gastrectomia, e caracteriza-se por uma rápida passagem do concentrado alimentar do estômago para o intestino. Os sintomas e sinais mais fequentes são: fraqueza, tontura, palidez, cólicas abdominais, naúsea, palpitações, calafrios, sudorese, síncope e diarréia.

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Em primeiro lugar devemos saber qual o tratamento você será submetido, pois para cada modalidade existem efeitos colaterais adversos e a alimentação irá depender de vários fatores.
As cirurgias nessa região são extremamente variadas desde ressecções endoscópicas, até ressecções complexas e extensas, e geralmente estão associadas a um rápido trânsito intestinal em virtude de deficiências na absorção de nutrientes. A toxicidade e a tolerância aos quimioterápicos podem apresentar diferentes efeitos, comumente associados à mielossupressão, diarréia, mucosite, náuseas e vômitos. A radioterapia pode provocar efeitos colaterais locais como diarréia, obstrução, fístulas, náuseas e vômitos.
É importante monitorizar estes efeitos e ajustar a alimentação neste período, além de controlar o peso. Procure fazer uma hidratação adequada, alimentação equilibrada e fracionada em 5 ou 6 refeições ao dia de acordo com sua preferência.
No site, na parte de Dicas Nutricionais ou com o guia "Alimente-se bem durante o tratamento oncológico" você pode obter mais informações.
Se estiver perdendo peso, procure um nutricionista e avise o seu médico.


Em geral a terapia padrão consiste em cirurgia ou radioterapia para lesões precoces e terapia combinada para lesões avançadas. Todas as modalidades de tratamento, incluindo a cirurgia, radioterapia e quimioterapia podem afetar o estado nutricional. Os pacientes com câncer de cabeça e pescoço têm um risco de desnutrição aumentado por várias razões, tais como: hábitos alimentares inadequados associados com consumo excessivo de álcool e tabaco freqüentemente observados entre estes pacientes. Além disso, a localização do tumor provoca disfagia (dificuldade de deglutição), odinofagia (dor para engolir), trismo (dificuldade de abertura da boca) e alterações do paladar, resultando em uma diminuição da ingestão alimentar. A evidente perda nutricional nestes pacientes reduz a tolerância ao tratamento. Portanto, a alimentação vai depender de com qual consistência o paciente consegue se alimentar. Se apresentar dificuldade ou dor para engolir, a alimentação a deverá ser de consistência mais pastosa ou liquidificada, distribuída em 6 a 8 refeições ao dia e deve-se utilizar um suplemento nutricional oral caso as necessidades nutricionais diárias não sejam atingidas. Se não conseguir tolerar a alimentação via oral e apresentar perda de peso, ou após grandes cirurgias, é importante tentar uma outra via de alimentação através de uma sonda nasoenteral ou gastrostomia.
O tratamento de radioterapia na região de cabeça e pescoço pode causar alguns efeitos colaterais agudos como diminuição da saliva (xerostomia), alteração do paladar (disgeusia), mucosite, dor para engolir (odinofagia), dificuldade de deglutição (disfagia) e trismo (dificuldade de abertura da boca), que se não forem tratados podem levar à perda de peso e várias conseqüências nutricionais importantes. O primeiro passo é procurar ofertar o maior número de refeições ao paciente conforme a tolerância; ingerir pequenas quantidades de líquidos freqüentemente; oferecer preparações mais úmidas e pastosas; enriquecer a alimentação com leite em pó, creme de leite, etc.
No site, na parte de Dicas Nutricionais ou com o guia "Alimente-se bem durante o tratamento oncológico" você pode obter mais informações. Se possível, utilize um suplemento nutricional específico caso não consiga atingir suas necessidades diárias e venha perdendo peso; avalie com seu médico e/ou dentista a necessidade de saliva artificial. Alguns pacientes relatam que os doces de forma geral provocam mais secura na boca, se esse for o caso, evite por um período.
Os pacientes podem freqüentemente apresentar perda de peso significante durante o tratamento, acarretando diminuição da qualidade de vida, da sobrevida e da tolerância ao tratamento. Por esses motivos é muito importante ser acompanhado por um nutricionista, para que a alimentação seja adaptada as suas necessidades. Se estiver perdendo peso, procure um nutricionista e avise o seu médico.
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A alimentação do paciente com colostomia deve ser equilibrada, de consistência normal, fracionada em 5 ou 6 refeições ao dia, com correção dos hábitos e tabus alimentares incorretos, visando uma reabilitação nutricional e reintegração do ostomizado à família e à sociedade. Para isso, alguns cuidados devem ser observados, dentre eles a ingestão hídrica de 1,5 a 2,0 litro/dia e o consume de uma quantidade de fibras adequada para o bom funcionamento da colostomia.
Para diminuir os gases quando sua produção striver aumentada procure: comer devagar, mastigar bem os alimentos, não falar muito durante as refeições, não ficar em jejum durante longos períodos, dar preferência a alimentar-se a cada 3 horas, não fumar e não mascar chicletes. Além disso, evite alimentos que possam aumentar a produção de gases, tais como: bebidas alcoólicas, refrigerantes, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, couve-flor, repolho, brócolis, batata-doce, pimentão, pepino, cebola crua, doces e frituras. É importante ressaltar que cada alimento deve ser testado individualmente, a fim de ver a tolerância individual, pois isto evita que se exclua da dieta alimentos importantes para o equilíbrio da mesma.


É importante que os níveis de glicemia fiquem dentro dos padrões de normalidade para que a cirurgia ou outros tratamentos possam ser realizados sem maiores complicações. A dieta deverá ser balanceada e equilibrada de acordo com suas necessidades calóricas individuais. A princípio deve-se excluir o açúcar e substituí-lo por adoçante, controlar o consumo de carboidratos como pães, doces, massas, bolos, respeitando a orientação estabelecida especificamente para o paciente. Excluir bebida alcoólica, reduzir o consumo de frituras, fracionar a alimentação em 5 ou 6 refeições/dia e procurar uma nutricionista para uma orientação mais individualizada. Para conseguir um perfeito equilíbrio metabólico, é preciso um equilíbrio entre dieta, exercícios físicos e medicação (insulina ou hipogliceminantes orais).


Sim. O ganho de peso durante o tratamento pode ter vários motivos, dentre eles aumento da ansiedade associada a um maior consumo de alimentos; diminuição do gasto energético (muitas pessoas param de fazer atividade física e de trabalhar no período do tratamento); utilização de alguns medicamentos como os corticóides. Aproximadamente 1/3 das pacientes com câncer de mama ganham mais do que 5 kilos. Após o tratamento, o melhor a fazer é procurar mudar os hábitos alimentares que estão inadequados, através de uma reeducação alimentar e atividade física regular de acordo com a tolerância da paciente. Seguindo uma alimentação saudável, equilibrada, de baixas calorias, fácil de fazer, adequada ao seu estilo de vida, a maior parte das pessoas consegue perder peso com segurança e de maneira simples, estabelecendo padrões saudáveis de alimentação para a vida inteira. Procure fracionar as refeições de forma que você faça de 5 a 6 refeições por dia, com pequenas quantidades de alimentos, procure ingerir mais frutas, legumes e verduras, cereais integrais; evite frituras, preparações gordurosas e doces. Dietas da moda fazem sucesso por um período curto e emagrecem momentaneamente, mas não reeducam os hábitos alimentares e geralmente impedem de obter todos os nutrientes que o organismo necessita.

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